Incêndio atinge Velódromo do Parque Olímpico pela segunda vez

Source: Internet

 

Um incêndio atingiu o Velódromo do Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio, na madrugada deste domingo (26). De acordo com as primeiras informações, bombeiros do quartel da Barra da Tijuca foram acionados por volta das 0h36 e trabalharam no local até as 5h10 para conter as chamas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, não houve feridos.

Em nota, a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo) lamentou o incidente e informou que, assim como já havia acontecido no último mês de julho, um balão atingiu uma parte do teto do Velódromo, que pegou fogo.

“O incêndio foi contido de imediato pelo Corpo de Bombeiros. Vistoria preliminar aponta que não houve dano à pista de ciclismo. A Aglo já tomou as medidas iniciais para o processo de reparos, inclusive com a limpeza do local”, diz a nota.

Esta é a segunda vez que as instalações do velódromo pegam fogo este ano. No dia 30 de julho deste ano, um incêndio causado por um balão também atingiu o Velódromo. Neste domingo, a Defesa Civil informou que, após uma vistoria, foi constatado que o Velódromo sofreu danos no revestimento da cobertura, sem apresentar risco estrutural e não foi necessário interditar o local.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, a administração do Velódromo irá providenciar os reparos necessários.

Inaugurado com atraso

O Velódromo foi inaugurado com seis meses de atraso, em 26 de junho do ano passado, e recebeu as competições do ciclismo de pista durante os Jogos Olímpicos do Rio. Foi a última instalação da Rio 2016 a ser entregue, ao custo de R$ 143 milhões, e a única a não receber um evento-teste antes dos Jogos.

De acordo com o Ministério do Esporte, desde o fim da Olimpíada, há quase um ano, o Velódromo foi reaberto e serviu e para competições e treinamentos. O evento Rio Bike Fest durou três dias e abrigou o Campeonato Estadual de Ciclismo de Pista, apresentações de manobras radicais e um passeio ciclístico pela área da Barra da Tijuca.

O Velódromo custa R$ 11 milhões por ano aos contribuintes em manutenção, limpeza e contas de energia e água, segundo o Ministério do Esporte. Só o ar-condicionado do local custará R$ 3,5 milhões de energia elétrica neste ano e não pode ser desligado, devido ao piso especial.

Source :

Globo

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