Mais de 800 veículos foram furtados ou roubados no Amapá em 2017

Source: Internet

 

A Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter) registrou 822 casos de furtos ou roubos de veículos no Amapá em 2017. Desse universo, 278, entre carros e motocicletas, conseguiram ser recuperados e devolvidos aos donos, o que representa 34% do total.

Para a delegada titular da Polinter, Maria Valcilene Mendes, os índices são altos. Ela destaca que a Polícia Civil tem intensificado o trabalho para evitar novos registros e também recuperar os veículos furtados ou roubados.

“Nós instauramos procedimentos e inquéritos, alguns ainda estão em andamento e outros já foram concluídos. Apesar da nossa estrutura humana, bem aquém do que precisamos para atuar melhor, estamos conseguindo fazer um trabalho razoável dentro dessa questão”, disse.

Casos envolvendo motocicletas lideram com 84% dos registros. Segundo a delegada, o veículo é alvo devido à acessibilidade de manipulação do controle e para o uso em novos roubos, após adulteração da placa e até da cor.

“Os criminosos roubam ou furtam motos para praticar novos assaltos. Em outros casos, o veículo é desmontado e tem peças vendidas, assim como a própria moto. Tem alguns grupos organizados nessa prática, mas também há os aleatórios que fazem após assalto a residência”, continuou.

Em novembro de 2017, uma picape de cor branca foi levada do pátio de uma empresa de lavagem de carros que fica na Zona Norte de Macapá. Um homem se passou por filho do proprietário do veículo e furtou o automóvel, com a chave entregue por um dos funcionários do local.

Só depois de uma semana, o veículo avaliado em R$ 120 mil foi recuperado dentro de uma oficina, também na Zona Norte. O proprietário do estabelecimento e um funcionário foram presos. A picape já estava com placa e a cabine adulterada, a identificação foi através do chassi.

A Polinter orienta que as vítimas registrem boletim de ocorrência em caso de roubo e furto de veículos. As informações são introduzidas no sistema de Gestão de Trânsito (Getran) e diversas corporações policiais têm acesso, facilitando a identificação em caso de blitzes ou barreiras.

“As vítimas devem registrar boletim de ocorrência em qualquer delegacia. O caso é encaminhado para a Polinter e a gente faz o cadastro no sistema Getran, que é nacional. Quando a restrição é postada, a polícia do país inteiro tem acesso a essa informação”, finalizou a delegada.

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Source :

Globo

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